Michel Augusto é o novo número 1 do mundo no judô até 60kg
O judoca Michel Augusto, que integra a equipe de Judô do SESI-SP com base em Botucatu, alcançou o topo do ranking mundial da Federação Internacional de Judô (IJF) na categoria ligeiro (até 60kg).
A atualização divulgada em março de 2026 confirmou o brasileiro de 21 anos como número 1 do mundo, somando 4.372 pontos e consolidando sua ascensão meteórica no cenário internacional.
Embora não tenha nascido em Botucatu, Michel vive na cidade há alguns anos, onde treina e representa oficialmente o SESI-SP. A conquista reforça o protagonismo do polo esportivo botucatuense no judô de alto rendimento.
Regularidade que levou ao topo
A liderança no ranking é resultado de uma sequência consistente de resultados expressivos entre 2025 e o início da atual temporada.
Em 2026, Michel iniciou o calendário internacional como cabeça de chave número 1 em etapas importantes do circuito mundial, como o Grand Slam de Tashkent, onde terminou na sétima colocação.
O ano de 2025, porém, foi determinante para sua consolidação entre os melhores do mundo. O judoca conquistou o bicampeonato Pan-Americano e da Oceania e alcançou o quinto lugar no Campeonato Mundial Sênior, disputado em Budapeste — desempenho que o colocou definitivamente entre os protagonistas da categoria.
Feitos históricos pelo SESI
Michel também entrou para a história do SESI-SP ao se tornar o primeiro atleta da instituição a integrar o Top 10 mundial no judô. Pouco depois, deu mais um passo importante ao conquistar a medalha de prata no Grand Slam de Tbilisi, em 2025 — o primeiro pódio da entidade em uma etapa desse nível.
Com a pontuação acumulada no ciclo recente, o brasileiro superou nomes tradicionais da categoria, como o azeri Balabay Aghayev e o japonês Taiki Nakamura, assumindo a liderança mundial no peso ligeiro.
Próximo desafio no circuito mundial
O próximo compromisso de Michel Augusto está marcado para o dia 20 de março de 2026, no Grand Slam de Tbilisi. A competição será fundamental para a manutenção da liderança no ranking e para o fortalecimento de sua trajetória no ciclo olímpico rumo a 2028.
Para Botucatu, o feito vai além da conquista individual: simboliza o reconhecimento do trabalho técnico desenvolvido pelo SESI na formação e preparação de atletas de alto rendimento, projetando o nome da cidade no cenário esportivo internacional.










