Foto: TV Globo – Via G1

Prêmio Jovem Cientista reconhece iniciativas de combate à mudança do clima

Uma resposta à mudança climática: esse era o desafio do Prêmio Jovem Cientista de 2025. A 31ª edição encorajou jovens pesquisadores a proporem soluções de produtos sustentáveis e eficazes para o combate a desastres.

Dos 919 inscritos, 10 pesquisadores e duas instituições foram reconhecidos por seus trabalhos. Desses, um é da região Norte e 4 da região Nordeste. Os vencedores vão receber bolsas de estudo, notebooks e uma premiação em dinheiro que vai de R$ 12 mil a R$ 40 mil.

Categoria Estudante do Ensino Médio:

Raul Victor Magalhães Souza, de 16 anos, do Ceará: chegou a 94,5% de precisão em previsões climáticas no Ceará com os saberes dos “profetas das chuvas” combinado à IA.

Beatriz Vitória da Silva, de 18 anos, de Pernambuco: produziu um filtro à base de cascas de fruta-do-conde que reduz consumo de água e poluentes na produção de casas de farinha.

Gabriel da Silva Santos, de 19 anos, de Pernambuco: criou sistema que monitora o crescimento de plantas de girassol ornamental no agreste de Pernambuco.

Categoria Estudante do Ensino Superior:

Manuelle da Costa Pereira, de 23 anos, do Amapá: a estudante de engenharia florestal criou um kit de energia solar portátil para castanheiros na Floresta Amazônica. Ela foi a primeira do estado a conquistar o prêmio.

Isac Diógenes Bezerra, de 22 anos, do Ceará: o estudante de tecnologia em redes de computadores criou um sistema de monitoramento em tempo real do consumo de água com a Internet das Coisas.

Anna Giullia Toledo Hosken, de 21 anos, do Rio de Janeiro: a estudante de medicina integrou dados clínicos e mapas de riscos aumentando a eficácia de ações preventivas a catástrofes climáticas em Petrópolis.

Categoria Mestre e Doutor:

 Elizângela Aparecida dos Santos, de 32 anos, de Minas Gerais: a doutora em economia aplicada criou o índice de identificação de municípios brasileiros mais resilientes às mudanças climáticas.

Luíz Fernando Esserde 33 anos, do Paraná: o biólogo e pós-doutorando em mudanças climáticas desenvolveu um algoritmo para tornar mais acessível a utilização de métodos de alta precisão em projeções climáticas.

Tauany Aparecida da Silva Santa Rosa Rodrigues, de 31 anos, do Rio de Janeiro: a bióloga criou um sistema automatizado que mensura o impacto das alterações térmicas – consequências das mudanças climáticas – em ecossistemas aquáticos continentais.

Ao todo, foram 352 trabalhos inscritos na categoria de Mestre e Doutor, 211 na categoria de Estudante do Ensino Superior e 356 na categoria do ensino médio.

Fonte: G1

Compartilhe nas Redes Sociais